Avaliação antes do atendimento
Ficha de anamnese digital para estética
A Bia permite montar fichas com seções e perguntas, publicar uma versão estável, enviar um link temporário e receber respostas com consentimento, assinatura, alertas configuráveis e vínculo à cliente.
A anamnese organiza a coleta anterior ao procedimento. Ela se conecta à agenda e ao prontuário, mas não é uma evolução clínica: registra o que foi perguntado, qual versão foi respondida e quais respostas precisam de revisão humana.
- Modelos com seções, perguntas obrigatórias e campos sensíveis
- Versões publicadas antes da geração do link
- Rascunho protegido, consentimento e assinatura
- Alertas, vínculo à cliente e PDF auditado
O modelo organiza perguntas, tipos de resposta e consentimento
A clínica cria seções e perguntas, escolhe o tipo de resposta e marca o que é obrigatório. O editor admite texto curto ou longo, data, sim ou não, escolha única ou múltipla, histórico de saúde e envio de foto; campos de histórico de saúde e foto permanecem sensíveis por definição.
O termo de consentimento faz parte do modelo, não de uma caixa genérica fora da ficha. Antes de publicar, o servidor valida a estrutura inteira e exige um termo com conteúdo mínimo, impedindo que um modelo incompleto seja tratado como pronto.
- Perguntas agrupadas por seção
- Obrigatoriedade e sensibilidade explícitas
- Opções capazes de acionar alerta configurado
A publicação cria uma versão imutável do modelo
Salvar mantém o trabalho como rascunho editável. Publicar cria uma nova versão numerada com nome, definição, termo, data e responsável pela publicação, e registra na auditoria que aquela versão é imutável.
Cada link aponta para a versão ativa no momento em que é criado. Assim, uma alteração posterior no rascunho não reescreve silenciosamente a ficha que já foi enviada; a equipe publica outra versão quando quiser colocar as mudanças em uso.
O link temporário usa somente uma versão publicada
O sistema recusa a geração do link quando não existe versão publicada. Quando existe, cria um token aleatório, guarda apenas o hash no banco e associa o link ao modelo, à versão e, quando informado, à cliente destinatária.
A validade aceita de 1 a 30 dias e o limite de uso fica entre 1 e 10. A tela atual gera o link com o token no fragmento da URL, não em parâmetro de consulta, e o servidor verifica revogação, prazo e quantidade disponível antes de abrir ou consumir a ficha.
A cliente pode retomar o rascunho e envia com assinatura
Enquanto o link está válido, nome, telefone, nascimento e respostas podem ser salvos como rascunho cifrado com a mesma expiração. No envio final, o servidor normaliza o telefone, valida cada resposta contra a versão publicada, exige consentimento verdadeiro e valida a evidência de assinatura.
O consumo do link acontece de forma atômica para impedir uso acima do limite. A submissão guarda a versão respondida, o instante do consentimento, a assinatura protegida e um hash calculado sobre os dados relevantes da ficha.
Alertas destacam respostas sem expor o dado sensível
Uma pergunta ou opção pode ser configurada para gerar alerta informativo, de atenção ou crítico. Ao receber a ficha, o sistema cria o alerta e uma notificação para revisão, mas a mensagem operacional não copia o valor sensível respondido.
A listagem mascara respostas sensíveis. Para abrir a ficha completa, o usuário precisa da permissão de leitura sensível, do escopo correto sobre a cliente e deixa um evento de auditoria; falha de leitura não é apresentada como resposta ausente.
Vínculo e PDF mantêm a ficha conferível
Se o link já tem uma cliente, a submissão permanece ligada a ela. Sem destinatária, o sistema tenta o telefone: uma correspondência vincula a ficha, nenhuma cria um cadastro provisório e mais de uma leva o caso para revisão, em vez de escolher silenciosamente.
A exportação gera um PDF com clínica, modelo, versão, identificação informada, respostas, termo, horário do consentimento, evidência da assinatura, adendos e hash da submissão. A cópia recebe marca d'água com quem exportou, e a operação também fica auditada.
O que a anamnese organiza — e o que continua humano
A ficha melhora a rastreabilidade da coleta, mas não transforma respostas em decisão clínica automática.
- A clínica responde pelo conteúdo das perguntas, pelo termo de consentimento e pela base legal aplicável ao tratamento dos dados.
- Alertas reproduzem regras configuradas; não diagnosticam, não liberam procedimento e não substituem avaliação profissional.
- O vínculo por telefone pode exigir revisão manual quando há duplicidade ou informação inconsistente.
- A versão e o hash preservam evidência técnica, mas não provam que uma resposta é verdadeira ou que um procedimento é seguro.
- O PDF é uma cópia auditada da ficha recebida, não um laudo nem uma prescrição.
Perguntas frequentes
Como a ficha de anamnese funciona na prática
Posso criar perguntas próprias?
Sim. O editor permite criar seções, escolher tipos de campo, marcar perguntas obrigatórias ou sensíveis e configurar alertas por resposta ou opção.
Editar o modelo muda uma ficha já enviada?
Não silenciosamente. O link fica associado à versão publicada quando foi criado. Para usar as alterações do rascunho, a clínica publica uma nova versão e gera um novo link.
A cliente pode salvar e continuar depois?
Sim, enquanto o link continuar válido. O rascunho é cifrado e expira junto com o link; o envio final volta a validar respostas, consentimento e assinatura no servidor.
Toda pessoa da equipe vê respostas sensíveis?
Não. A listagem mascara esses valores, e a leitura completa exige permissão e escopo sobre a cliente, além de registrar a consulta na auditoria.
O que acontece se o telefone corresponder a mais de uma cliente?
A ficha fica marcada para revisão ambígua. O sistema não escolhe uma cliente por conta própria; a equipe pode conferir e fazer o vínculo correto.
Teste a coleta antes de enviar uma ficha real
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