Histórico clínico ligado à cliente
Prontuário eletrônico para clínica de estética
O prontuário eletrônico da Bia reúne, em uma linha do tempo por cliente, a evolução de cada atendimento, os produtos utilizados, fotos clínicas com consentimento, termos aceitos e alertas de alergia vindos da anamnese.
Ele começa onde o cadastro comercial termina. A equipe abre a cliente certa, escolhe o atendimento relacionado e registra o que ocorreu sem espalhar a informação entre arquivos, galeria do celular e notas soltas. Cada tipo de registro mantém sua origem e sua data para que o próximo atendimento encontre contexto, não apenas um texto isolado.
- Linha do tempo única para notas, fotos e termos
- Evolução e produtos usados ligados ao atendimento
- Fotos de antes e depois somente com consentimento
- Alerta de alergia trazido das respostas da anamnese
A linha do tempo reúne a evolução do atendimento
Fotos, notas de sessão e termos são ordenados pela data de criação na mesma linha do tempo. Cada nota preserva o serviço e a data do atendimento a que pertence; assim, a equipe consegue distinguir uma evolução recente de um registro antigo da mesma cliente.
Os agendamentos anteriores também alimentam as opções disponíveis quando uma nova evolução é registrada. O prontuário não substitui a agenda: ele usa o atendimento como referência para organizar o histórico clínico depois que a rotina aconteceu.
- Registros separados por tipo, sem perder a ordem cronológica
- Serviço e data aparecem junto da evolução
- Histórico permanece associado à cliente correta
A evolução registra procedimento e produtos utilizados
Para salvar uma nota, a equipe escolhe um atendimento e descreve a evolução. Também pode informar os produtos utilizados, que ficam associados à mesma sessão em vez de virar uma observação sem contexto.
O texto da evolução e a lista de produtos são protegidos no armazenamento. Na leitura, o servidor verifica o vínculo da cliente e o escopo de acesso antes de devolver o prontuário, e registra a consulta sensível na auditoria.
Fotos de antes e depois exigem consentimento
A foto clínica pode ser marcada como antes ou depois e, quando fizer sentido, vinculada a um atendimento. O envio só é habilitado depois do aceite explícito para o uso da imagem; a data desse consentimento acompanha o registro exibido na linha do tempo.
Antes do envio, a interface reduz a imagem e a converte para um formato controlado. O servidor volta a validar tipo, conteúdo e tamanho, protege os dados e entrega a foto por um endpoint autenticado em vez de expor um endereço público permanente.
Termos aceitos guardam texto, assinatura e evidência
A equipe informa o título, o texto apresentado e o nome de quem assinou. O termo só pode ser salvo depois do aceite, e o sistema registra o instante do consentimento junto a um hash calculado sobre a evidência daquele documento.
Na linha do tempo, título, texto, pessoa signatária, data e hash continuam juntos. O nome de quem assinou é protegido no armazenamento, e a criação do termo também entra na trilha de auditoria.
Alergias aparecem como alerta, não como diagnóstico
Quando a anamnese vinculada contém uma resposta de alergia, o prontuário apresenta esse valor em destaque. A mesma informação pode apoiar a conferência na agenda, reduzindo a distância entre a ficha preenchida e o atendimento que será realizado.
O alerta reproduz o dado registrado; ele não interpreta sintomas, não conclui segurança do procedimento e não substitui avaliação profissional. Se a leitura falha, a interface mostra indisponibilidade em vez de afirmar que não existe alergia.
O que o prontuário registra — e quais limites permanecem
O histórico ajuda a continuidade operacional, mas continua dependente de registros corretos, consentimento e avaliação profissional.
- A equipe precisa selecionar a cliente e o atendimento corretos; o sistema não inventa evolução clínica.
- Fotos exigem consentimento e não provam, sozinhas, resultado, eficácia ou segurança de um procedimento.
- O alerta de alergia reflete a informação enviada na anamnese e não substitui diagnóstico ou conferência presencial.
- O hash do termo preserva uma evidência técnica do registro, mas a clínica continua responsável pelo texto e pelas exigências legais aplicáveis.
Perguntas frequentes
Como o prontuário funciona na prática
Prontuário e anamnese são a mesma coisa?
Não. A anamnese coleta respostas e consentimento antes ou durante a avaliação. O prontuário organiza, ao longo do tempo, evolução, produtos usados, fotos, termos e o alerta de alergia associado à cliente.
Posso relacionar uma foto a um atendimento?
Sim. A foto pode indicar antes ou depois e aceitar um atendimento relacionado. O consentimento para a imagem é obrigatório antes do envio.
O termo registra quem aceitou?
Sim. O registro guarda o nome informado, o instante do consentimento e um hash de evidência calculado com os dados do termo. O nome fica protegido no armazenamento.
Quem abre o prontuário deixa rastro?
A leitura sensível passa pelo escopo do usuário e gera um evento de auditoria. O evento registra o volume de fotos, notas e termos acessados.
A evolução pode listar produtos usados?
Sim. A nota de sessão aceita uma lista de produtos e a exibe junto ao serviço e à data daquele atendimento.
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