Bia

Relação sem perder o contexto

CRM para clínica de estética: leads e relação

A Bia reúne o cadastro de clientes, a origem, a fase da relação, o resumo, o histórico e as conversas do WhatsApp para a equipa acompanhar cada lead sem confundir CRM com prontuário clínico.

O CRM começa na ficha da cliente e termina na conversa que a equipa consegue acompanhar. A pesquisa usa dados da própria clínica, as alterações são protegidas no servidor e a separação entre clínicas vale em cada leitura e alteração.

  • Origem e fase para acompanhar a relação
  • Pesquisa por nome, nome usado no WhatsApp ou telefone
  • Importação, exportação e união de duplicados
  • Conversas com alternância entre IA e atendimento humano

O cadastro deixa cada lead encontrável

A área de clientes lista os registos a que a pessoa tem acesso e ordena os mais recentemente alterados. A pesquisa é feita no servidor por nome completo, nome usado no WhatsApp ou telefone; não fica limitada aos primeiros registos. O resultado traz também o número de faltas para dar contexto operacional, sem transformar esse número numa pontuação comercial.

Uma cliente pode ser criada com nome e WhatsApp, editada depois e ligada aos registos já existentes. O telefone é normalizado e protegido por uma trava transacional antes da alteração, para que dois cadastros da mesma clínica não usem o mesmo número numa corrida de pedidos.

  • Pesquisa server-side em até 100 resultados
  • Nome, WhatsApp e telefone como chaves de pesquisa
  • Telefone duplicado é recusado antes de guardar

Origem e fase para acompanhar a relação

O cadastro guarda a origem indicada para o contacto — recomendação, Instagram, Google, porta ou outra — e uma fase da relação que a equipa pode alterar. As fases reais são novo lead, interessada em procedimento, avaliação marcada, procedimento marcado, pós-procedimento e reclamação. Ajudam a localizar o momento da relação; não são automação de vendas.

A alteração de fase e origem passa pelo contrato do catálogo, fica ligada ao tenant e entra no histórico de auditoria com antes e depois. Uma recomendação pode ligar uma cliente a outra e alimentar a fidelização, mas a origem não é reescrita em silêncio quando a equipa informa um valor explícito.

  • Cinco origens no contrato
  • Seis fases que existem no painel
  • Alterações auditadas por clínica e utilizador

Importar e exportar não precisa de apagar a carteira

Para começar com uma carteira existente, a importação aceita lotes de uma a 500 clientes com nome, telefone e data de nascimento. O servidor normaliza o telefone, ignora o que já está registado e devolve quantos entraram e quantos foram ignorados. O limite evita que uma folha grande se transforme numa operação sem controlo.

A exportação é um CSV protegido por permissão e registado em auditoria. Inclui campos de relação que a clínica precisa de rever, como nome, WhatsApp, fase, temperatura e data de criação. O escopo do tenant é aplicado antes da consulta.

  • Lotes entre 1 e 500 clientes
  • Duplicados pelo telefone são ignorados
  • CSV exige permissão e deixa auditoria

Unir duplicados preserva o histórico importante

Quando a mesma pessoa aparece duas vezes, a equipa escolhe um registo sobrevivente e confirma a união numa ação reforçada. O servidor bloqueia os dois registos em ordem determinística, move conversas, marcações, pacotes, vendas, fotografias, notas, termos e formulários para o sobrevivente e guarda a trilha. A linha da união continua depois de o duplicado deixar de existir.

Nome e fase podem ser escolhidos entre sobrevivente e unido; os restantes vínculos apontam para uma única cliente. A ação é uma correção auditada, não apagar e recriar.

  • Dupla confirmação antes da operação
  • Histórico comercial, clínico e de conversa é encaminhado
  • Decisões de nome e fase ficam registadas

O resumo ajuda a retomar a conversa sem virar prontuário

A ficha pode mostrar um resumo de memória e uma pessoa autorizada pode corrigi-lo indicando o novo texto e o motivo. Cada correção cria uma revisão com o resumo anterior, o novo valor, a origem humana e o motivo; o servidor também deixa auditoria.

Resumo de relação não é diagnóstico nem substitui avaliação clínica. Alergias, termos, fotografias, notas de atendimento e a linha temporal pertencem ao prontuário e à anamnese. O CRM aponta para a cliente certa e não inventa uma ficha clínica.

  • Correção humana exige motivo
  • Revisões preservam antes e depois
  • Prontuário e anamnese continuam separados

A Inbox liga o cadastro à conversa do WhatsApp

A caixa de entrada mostra até 50 conversas da clínica, ordenadas pela última mensagem, com nome, telefone, prévia, não lidas e modo atual da IA. Ao abrir uma conversa, a equipa consulta até 50 mensagens e pode carregar apenas as novas. Atualizações em tempo real e polling protegem a tela contra uma resposta antiga substituir uma recente.

Mensagens recebidas e enviadas aparecem com media, contacto, localização quando disponível e estado de entrega. O envio humano usa uma chave opcional de idempotência, regista a intenção antes do provedor e não repete uma mensagem quando o mesmo pedido volta.

  • Até 50 conversas e 50 mensagens por carregamento
  • Polling e realtime reconciliam o histórico
  • Entrega e falha ficam visíveis

IA e equipa podem trocar o comando com registo

Se a conversa estiver no modo ativo, a equipa pode assumir o atendimento. O servidor regista quem assumiu, pausa a IA e regista o takeover; libertar devolve o modo ativo. Uma resposta humana também assume automaticamente.

Quando outra pessoa já assumiu, o envio recebe um conflito explícito em vez de criar duas respostas. O fluxo não é um funil automático nem uma promessa de conversão: é uma ponte entre lead, equipa e histórico.

  • Takeover e libertação são ações auditadas
  • Resposta humana pausa a IA automaticamente
  • Conflito de responsável não é escondido

O que este CRM resolve — e o que fica para uma evolução

A Bia organiza a relação que já existe no cadastro e no WhatsApp. Não deve ser descrita como algo que o código ainda não implementou.

  • Há origem e fases, mas não há pontuação automática, probabilidade de fecho ou próxima tarefa gerada pelo sistema.
  • Há pesquisa, resumo, histórico e união; não há integração com CRM externo, email ou outro canal além dos fluxos existentes.
  • A Inbox alterna IA e humano e regista mensagens, mas não promete resposta automática para toda situação nem entrega garantida do WhatsApp.
  • Resumo de memória, prontuário, anamnese e consentimento são dados diferentes; o CRM não substitui registo clínico.
  • Importar, exportar e unir são ações protegidas por permissão e pelo âmbito da clínica.

Perguntas frequentes

Como usar o CRM na rotina da clínica

O CRM tem funil de vendas?

Guarda seis fases reais da relação e a origem do contacto. A versão atual não move leads sozinha, não calcula score e não cria tarefas automáticas.

Consigo procurar uma cliente pelo WhatsApp?

Sim. A pesquisa do servidor aceita nome completo, nome usado no WhatsApp ou parte do telefone e devolve os registos a que a pessoa tem acesso.

Posso importar a minha folha?

Sim, em lotes até 500 clientes com nome, telefone e data de nascimento. Telefones já registados são ignorados e o servidor devolve os totais.

O CRM é o mesmo que o prontuário?

Não. O CRM acompanha origem, fase, resumo e conversas. Anamnese, alergias, termos, fotografias e notas ficam nos módulos clínicos.

A equipa consegue assumir uma conversa da IA?

Sim. O takeover pausa a IA e regista a pessoa responsável; libertar devolve o modo ativo. Uma resposta humana também assume automaticamente.

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